sábado, 5 de outubro de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
PAIS NEGROS, FILHA BRANCA
CIENTISTAS NÃO SABEM EXPLICAR COMO NIGERIANOS CONSEGUIRAM GERAR CRIANÇA BRANCA
Um casal de nigerianos radicado em Londres, na Inglaterra, teve uma grande surpresa quando a terceira herdeira nasceu: apesar dos dois serem negros, Nmachi veio ao mundo com pele clara, olhos azuis e cabelos louros. O nascimento intrigou também os especialistas, que passaram a fazer exames para desvendar o mistério da genética.
O caso ganhou as páginas dos jornais britânicos “The Sun” e “Daily Mail”. Segundo os periódicos, Angela e Benjamin Ihegboro já possuem dois outros filhos, de pele negra.
— A vida é muito estranha. Mas o que importa é que ela é saudável e nos a amamos — disse, ao “The Sun”, o pai de Nmachi.
Para esclarecer o caso, especialistas perguntaram aos pais se eles tinham alguma ascendência branca, mas os dois negaram. O casal nigeriano se mudou para a Inglaterra há cinco anos. De acordo com o professor Bryan Sykes, da Universidade de: Oxford, as regras da genética são muito complexas e os cientistas não sabem, em muitos casos, o que realmente ocorre.
Para o geneticista Francisco Mauro Salzano, da Sociedade Brasileira de Genética, o gene responsável pelo albinismo é muito difícil de se manifestar, já que é recessivo. Ou seja, para que a pessoa nasça com a característica albina seria necessário que tanto o pai quanto a mãe carregassem o material genético.
— Para descobrir isso, o ideal seria fazer exames nos pais da criança e em todos os filhos, para ver se apresentam esse gene. Uma pessoa albina, de olhos azuis, é ainda mais rara do que uma de olhos escuros. O geneticista explica ainda que a cor da pele é uma característica que depende de vários genes. A menina pode, por exemplo, ter sofrido alteração em mais de um deles.
domingo, 24 de março de 2013
POR QUE GOSTAMOS DE APRENDER?
Existe uma enorme diferença entre o processo de aprendizagem revelado pelos animais e pelos homens. Os animais aprendem porque necessitam aprender e, dessa forma, seu instinto e sua carga genética sinalizam a importância evolutiva de sua aprendizagem. Não existem animais “ignorantes”, pois, se assim o fossem, por certo não teriam elementos para sobreviver. E possível, portanto, concluir que os animais não aprendem por prazer, ainda que não poucas vezes gostem de se deleitar e usufruir prazer com o que puderam aprender.
Os homens, nesse aspecto, são completamente diferentes dos animais. São seres que também precisam aprender, mas fazem dessa ação algo além da necessidade, mostrando que gostam de aprender. Podem até não gostar de aprender aquilo que se lhes quer ensinar, mas, quando a aprendizagem é livre, não hesitam em se desafiar na iniciativa de cada vez querer saber mais e melhor. Diante da simplicidade desse quadro comparativo, emerge a pergunta: o que possui de diferente a espécie humana que a faz gostar de aprender? Uma resposta mais imediata apontaria para suas inteligências.
O homem possui cérebro privilegiado em relação às demais espécies do reino e, dessa forma, tem meios para dar maior estímulo e dimensão às suas capacidades. Essa resposta é razoável, mas não satisfaz, pois é, ao mesmo tempo, causa e efeito. O homem gosta de aprender porque é inteligente, ou é inteligente porque gosta de aprender? A pergunta, no entanto, ainda fica e é por ela que aqui se especula. Pensamos assim que, independente da qualidade incomparável de seus equipamentos cerebrais, o homem gosta de aprender porque sua espécie revela quatro atributos específicos. São eles:
O primeiro é sua curiosidade. As espécies animais mais evoluídas mostram-se curiosas, mas a dimensão desse anseio em nada se compara à
humana. O homem é, literalmente, um enorme xereta, intrometido, bisbilhoteiro e isso o fez cientista. Por isso avançou muito em suas descobertas, saciando, com voracidade, o apetite do saber, Além de extremamente curioso, é também o ser humano extremamente ousado, arriscando-se muito além dos limites mínimos de segurança. Confiante em demasia, é mais destemido, mais petulante, mais corajoso e imprudente que qualquer espécie. Essa característica o difere dos mais ousados animais: os mamíferos possuem muita coragem quando estão famintos ou se defendem a prole, enquanto a humanidade exercita a coragem por prazer, busca riscos por diversão, ousa pela euforia do ousar. Por assim ser, evoluiu, construiu, desmanchou, edificou e solidificou-se como dominadora absoluta e irrefletida da natureza.
Além da coragem e da ousadia, a humanidade é a única espécie a criar crenças como se fosse portadora de um cérebro que não explicações ilógicas, inventando respostas que progressivamente são mudadas. Essa capacidade de inventar respostas, mesmo que não inteiramente satisfatórias, fez do homem um ser criador e destruidor de hipóteses e, entre acertos e erros, mais acertou ainda que muito tenha errado.
Finalmente, o homem é a única espécie que desenvolveu a habilidade de fazer de todos os seus sentidos ferramentas de aprendizagem. Aprendemos quando ouvimos, quando falamos, aprendemos pelo olfato, pelo tato e pelo paladar e, por isso, mais que outros, melhor aprendemos.
Intempestivo, o homem nunca aceita um saber como completo e, dessa maneira, possui sentidos que se desafiam entre si para que a aprendizagem seja mais ampla e eficiente.
Aqui chegando, chega-se ao centro maior da aprendizagem que, quer aceitemos ou não, é a escola. Ainda que a vida mais nos ensine, é a escola a instituição criada para ensinar e, se assim o é, cabem as seguintes questões: a escola que temos exalta e aplaude a curiosidade do aluno? Nas aulas, a ousadia da criatividade é premiada? Existem estímulos e projetos sistemáticos para que os alunos sejam levados a construir, testar, destruir e inventar hipóteses? A escola usa todos os sentidos na aprendizagem? Propõe desafios intrigantes e curiosos voltados para a cooperação e a ação? Será que não exalta mais o ouvir em detrimento do ver, do memorizar, do explorar, da intuição e do olfato?
Impossível imaginar as respostas que serão dadas a essas prosaicas questões. Sejam elas, entretanto, quais forem, pelas mesmas se identificará
a qualidade da escola e a verdadeira ação educativa do professor, seu agente mais insigne.
Celso Antunes.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
ASTRONOMIA
COMO É O CURSO?
Dura 4 anos e meio, mas em média, é concluído em 5. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é a única no país que confere o título de astrônomo. O inicio do curso é dedicado, principalmente, à matemática e à física, mas há matérias de astronomia. Depois o aluno pode optar por uma área de especialização, como astrometria, atmosferas e interiores estelares, estrutura galáctica e outras.
COMO ESTÁ O MERCADO DE TRABALHO?
Restrito. As vagas estão concentradas em institutos de pesquisa e instituições de ensino superior, mas só para quem tem doutorado ou pós doutorado. Na Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, onde o trabalho é de divulgação científica, há 13 astrônomos. Na Embratel também há poucas oportunidades, hoje há cincos astrônomos no quadro de funcionários.
Em planetários e empresas como a Embratel, o salário inicial chega a R$ 2 mil. Quem é aprovado por uma instituição de ensino superior para dar aulas , após o doutorado, ganha em média, R$ 5 mil.
sábado, 17 de novembro de 2012
AQUI ESTÁ PARA FACILITAR O ESTUDO DOS MEU QUERIDOS ALUNOS A PROVA DA UERJ DE 2010 CORRIGIDA E DETALHADA PARA VOCÊS! BJKS E BONS ESTUDOS!
PROVA 2010
PROVA 2010
Assinar:
Comentários (Atom)



